sexta-feira, 5 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher

Fico muito feliz por conseguir fazer esta homenagem. Leiam o perfil da homenageada e a mensagem sobre o Iatismo e Simbologia da Vida:

SIBYLLE BUCKUP SULZBECK

Nasceu no dia 8 de março de 1939, em São Paulo.Estudou no Colégio Visconde de Porto Seguro e depois fez o curso de ciências sociais na Pontifícia Universidade Católica, também em São Paulo. Além disso freqüentou a Escola Panamericana de Arte e o curso de Administração e Marketing da FGV(Fundação Getulio Vargas). Casou-se em setembro de 1960 com André Sulzbeck.
Tiveram 3 filhos, ou seja: George (formado pelo ITA),Sonia ( Adminstração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas) e Claudia (formada em veterinária na Universidade Federal de Veterinária em Lages /Santa Catarina).

Trabalhou na ALPARGATAS, na SPEEDO, na STROKE, e na PROESA (International Management Group).

Em 1981 trabalhou com EDUARDO SOUZA RAMOS, na época presidente da Federação de Vela de São Paulo, fazendo com que voltasse exclusivamente ao mundo da vela.

Sibylle, desde pequena teve contato com o esporte. Como adolescente, fez parte do time principal de volleybal do Clube Atlético Paulistano e se dedicou com sucesso à vela – tanto em barcos monotipos ,multicascos bem como barcos de oceano.

Através da vela conheceu o Brasil,toda a sua costa e diversos países da Europa .

Estando intimamente ligada ao mundo do iatismo, criou, no final de 1972 – junto com seu amigo e campeão mundial Joerg Bruder, a classe optimist. Além de difundir este “pequeno grande barco” como diz Amyr Klink , por todo o Brasil, orientou escolas de vela para crianças e formação de flotilhas... O optimist, hoje em dia, é o barco mais difundido e reconhecido em todo mundo como o início de
qualquer atividade náutica para crianças. Robert Scheidt, Torbem Grael, Lars Grael, Bimba, Ronion Silva, e muitos outros campeões, aprenderam a velejar com ele.

Além de velejadora se dedicou ao aprendizado de regras de regatas e arbitragem das mesmas. Foi Race Officer de diversos campeonatos mundiais e brasileiros (optimist, HPE,Dingue, Holder, Hobie Cat 14 e 16, etc.)
Arbitrou regatas em toda costa brasileira e fez parte da equipe de juízes da raia olímpica de Kiel (Alemanha) , em Rosário (Argentina), no Paraguai.

Implementou a 1º regata Recife – Fernando de Noronha e todo Festival Hollywood de Vela.

Mas a grande espectativa foi atendida quando foi convidada pelo COB a fazer parte do time de juízes das regatas Pré Olimpicas e do Jogos PanAmericanos, em 2007, no Rio de Janeiro.

Foi proprietária de diversos barcos (Olimpico,Laser, Hobie Cat 14 e 16) e representou o Brasil (1978) no Campeonato Mundial da Classe 420, na Dinamarca.
Participou também do IYRU WORD Women’s Sailing Championship (1978)


Em março de 2004 mudou-se para São Sebastião tendo em vista que seus filhos se mudaram para fora de São Paulo e porque era chamada constantemente pela Federação de Vela do Estado de São Paulo para atuar como árbitra de regatas no Canal de São Sebastião.
Escolheu São Sebastião pela beleza de suas praias, a boa qualidade de vida e a tranqüilidade que não existe mais em São Paulo.

Por aqui, organizou a SELETIVA de Optimist em 2007, para as quais compareceram aproximadamente 150 barcos de diversas flotilhas de todo Brasil. Do Ceará ao Rio Grande do Sul....

Implementou e foi Race Officer da 2º, 3º e 4º Semana de Vela de São Sebastião, montando 4 raias de regatas simultâneas no Canal de São Sebastião.

Tendo em vista que em 2003 foi agraciada com o título de “Amiga da Marinha” se dedicou as regatas do Dia do marinheiro, envolvendo as cidades de São Sebastião, Ilhabela,Caraguatatuba e Ubatuba.

Apesar de São Sebastião ter um potencial incrível para o iatismo seguro e de alto nível técnico, devido a questões alheias a sua vontade não foi possível, até hoje, desenvolver a vela competitiva ou de lazer por aqui.

As raias de regata para barcos pequenos , de pouco calado, se estendem da praia das Cigarras até a praia Deserta e a raia defronte a Guaecá é ideal para barcos de Oceano....

A sua opinião sobre o iatismo , principalmente para crianças e jovens, é de que o mundo da informática tomou conta dos tempos modernos. As coisas se resolvem através de um mouse e da eletrônica. Mas não é bem assim... A natureza ou uma regata são uma simbologia da vida: Temos que estar preparados físicamente e emocionalmente para uma disputa. Conhecer e respeitar os adversários, aproveitar as melhores rajadas e ter um objetivo = alcançar a bóia e se possível chegar em primeiro lugar.
A natureza é imprevisível e muito mais forte que o ser humano.Também temos que respeitá-la para que possamos usufruir das belezas e bons momentos que proporciona. Isto é difícil clicando um mouse...


Em junho de 2008 foi convidada pelo companheiro Abelardo Gomes Abreu a conhecer o clube do Rotary de São Sebastião, tornando-se a sócia nº 688657 do Rotary Internacional.

Recentemente ( fevereiro de 2010 ) se tornou Soamarina .

quinta-feira, 4 de março de 2010

SEESP convida!

---------- Forwarded message ----------
From: Leticia <leticia.seesp@saosebastiao.sp.gov.br>
Date: 2010/3/4
Subject: SEESP convida!
To:


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Três usos do Dinheiro - Leonardo Boff

Economia: três usos do dinheiro

Por Leonardo Boff - do Rio de Janeiro

A Campanha da Fraternidade deste ano, agora ecumênica, vai propor que as milhares de comunidades cristãs, paroquiais e de base discutam o tema: Economia e Vida, tema central devido à crise econômica mundial que deixou mais de 60 milhões de desempregados.

 Trata-se de resgatar o sentido originário da economia como a atividade destinada a garantir a base material da vida pessoal, social e espiritual. Ela não pode ocupar todos os espaços, como ocorreu nos últimos decênios. A sociedade mundial virou uma sociedade de mercado e todas as coisas, do sexo à SS. Trindade, viraram mercadorias com as quais se pode ganhar dinheiro. A economia é parte de um todo maior.

 Para facilitar a compreensão, distingo três espaços da atividade humana, um dos quais é ocupado pela economia. Em primeiro lugar somos seres de necessidade: precisamos comer, beber, ter saúde, morar e outros serviços. Nisso, todos dependemos uns dos outros para atender a esta infra-estrutura. É o campo da economia. Em segundo lugar somos seres de relação: colaboramos com os outros, instauramos direitos e deveres, observamos leis e juntos construímos o bem comum. É o lugar da política. Por fim, somos seres de criação: cada pessoa possui habilidades, não só reproduz o que está ai, mas cria, exerce sua liberdade e faz a sociedade avançar. É o âmbito da cultura. Todas se entrelaçam, mesmo com conflitos que não invalidam esta estrutura básica.

 Vamos nos concentrar num capítulo fundamental da economia que é o uso do dinheiro. No começo não havia dinheiro, mas a troca: eu lhe dou um kg de arroz e você me dá três garrafas de leite. Reinava a relação direta e a confiança de que as trocas eram justas. Mas ao sofisticar-se a sociedade, entrou o dinheiro como meio de troca. E aí surgiu um risco, pois dinheiro significa poder que obedece a esta lógica: "quem não tem quer ter; quem tem diz: quero ter mais; e quem tem mais diz: nunca é suficiente". Ai surge a especulação que é ganhar sem trabalhar, dinheiro fazendo dinheiro. Mas, o dinheiro tem três usos legítimos: para comprar, para economizar e para doar.

 Dinheiro para comprar é necessário para o consumo daquilo que precisamos. Mesmo assim devemos sempre colocar a pergunta: compro por que preciso ou por que sigo a propaganda ou a moda? Quem fabrica, explora os funcionários? Ao produzir, respeita os direitos humanos e a natureza ou polui e usa demasiados pesticidas? Esse dinheiro é para o hoje.

 O segundo uso do dinheiro é aquele para economizar. É coisa para o amanhã. Não sabemos as voltas que a vida dá: doença, desemprego, aposentaria insuficiente. Muitos nem conseguem economizar; pois, consomem tudo na sobrevivência. Mas se sobrar, onde colocar este dinheiro? Deixá-lo no colchão é dinheiro morto que nada produz. Aqui surgem os bancos que guardam o dinheiro. Fazem-no render, ao emprestá-lo a quem quer produzir e que não dispõe de capital próprio. Este recebe o dinheiro como empréstimo; mas, faz rendê-lo na produção, paga algum juro ao banco que repassa uma parte ao dono do dinheiro. Uma pessoa consciente quer saber para quem o dinheiro é emprestado: para construir armas, para apoiar empresas que devastam a natureza? Extraordinária é a decisão em Bangladesh e no Brasil de criar o microcrédito para apoiar pobres que querem produzir.

 O terceiro uso do dinheiro é para doar. O dinheiro não é para a acumulação; mas, para a circulação. Se atendo com suficiência e decência minhas necessidades, se tenho economias que me dão certa tranquilidade para futuro, se tenho garantido o bem-estar e certo futuro à família, a doação é um ato de grande desprendimento. Expressa a gratidão pelo dom da vida, da saúde, do amor recebidos dos outros. É altamente ético doar para os flagelados do Haiti, para apoiar projetos de combate à prostituição infantil ou creches para populações da periferia. E aí, sentimos que ao dar, recebemos a alegria impagável de ter feito o bem e de ter amado o outro.

Leonardo Boff é teólogo, filósofo e escritor

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quarta-feira, 3 de março de 2010

Você sabe o preço ?

Se espante como eu me espantei!!!!!! 
 

 

 

 

              Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3 g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g.
Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso ?
Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos.
       Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências.
       Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos. 
       VEJAM O ABSURDO: Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro ?
Resposta: TINTA DE IMPRESSORA! VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO?
       Veja o que estão fazendo conosco.
       Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais. Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas.
       Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras.
      Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora. Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos.


      VEJA ESTE EXEMPLO:
Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$170,00.. A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00. Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido). Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica. 


      Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta".
 Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço).Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro. 


       Só para comparação, a Espumante Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!


       A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$75,00.Fazendo as contas: R$ 75,00 / 5.5ml = R$ 13,63 o ml. > R$ 13,63 x 1000ml = R$ 13.636,00
Veja só: R$ 13.636,00 , por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente:

  - 300 gr de OURO;
 - 3 TVs de Plasma de 42';
 - 1 UNO Mille 2003;
 - 45 impressoras que utilizam este cartucho;
 - 4 notebooks;
 - 8 Micros Intel com 256 MB. Ou seja, um assalto !

 Está indignado? Então, repasse este e-mail adiante, pois os fabricantes alegam que o povo não reclama de nada.

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